"Giunta! Giunta! Giunta! Huevo! Huevo! Huevo!"
Não poderia inaugurar esse blog com outro jogador, senão Blas Armando Giunta Rodríguez.
Esse simples grito da hinchada Xeneize, resume o que o He-Man representava dentro de campo.
Deixava a vida em cada bola disputada. Um expoente do que conhecemos por "romper los huevos".
Em seu primeiro ano envergando a camisa azul e ouro do Boca, o o argentino ajudou a tirar o clube da fila de oito anos sem títulos, fazendo o gol na disputa de penaltis que garantiu a taça da Supercopa de 1989, contra o Independiente, en Avellaneda.
Sim, além de todo aguante, porrada, raça e sangue, Giunta fazia seus gols. Sabia sair jogando, chegava bem ao ataque. Poderia atuar como um primeiro ou segundo volante, sem problemas.
Começou sua carreira no San Lorenzo de Almagro, passando pelos também argentinos Cipolletti, Platense, Defensores, pelos espanhóis Ourense e Murcia, além do mexicano Toluca.
Mas isso de pouco importa, pois como o próprio ídolo bostero já afirmou:
"Yo nací para jugar en Boca."
La federal também conheceu o aguante de Blas
"Cuando yo jugaba en Boca, veía la camiseta blanca y roja y ya está: me daba odio, el de enfrente era el enemigo número uno. "
"La pelota o el jugador, las dos cosas jamás."



